quarta-feira, 30 de março de 2011

Ando a Ler #2 - Evernight


Autor: Cláudia Gray

Preço: 16,60 €

Data 1ª Edição: Outubro 2010

Nº de Edição:

Nº de Páginas: 296

Editora: Planeta

Resumo:

Bianca quer fugir.
Foi arrancada à sua pequena terra natal e inscrita na Academia Evernight, um sinistro colégio interno gótico onde os estudantes são estranhamente demasiado perfeitos: inteligentes, requintados e quase predadores.
Bianca sabe que este mundo não é o seu.
Depois, conhece Lucas.
Tal como ela, não se enquadra em Evernight, e gosta que assim seja.
Lucas ignora as regras, faz frente aos snobes e diz a Bianca que tem de ter cuidado – mesmo quando se trata de gostar dele.

Mas a ligação que une Bianca e Lucas não pode ser negada.
Ela correrá qualquer risco para estar com Lucas, mas segredos obscuros estão destinados a separá-los… e a levar Bianca a questionar tudo aquilo em que sempre acreditou.

[Vou começar agora a ler...]

Ando a Ler #1 - Conclusão

Bem, terminei hoje de manhã de ler Wicked Lovely - Amores Rebeldes. Sinceramente, surpreendeu-me pela positiva. No início estava um pouco reticente pois pareceu-me que começou de uma forma confusa, só mais tarde me apercebi de que momento se tratava. Achei um livro fascinante. Altera todas as percepções e noções que temos sobre fadas e seres feéricos e mostra-nos como o mundo das fadas é completamente diferente de todos os contos que já lemos.. Aconselho vivamente a quem gosta de literatura fantástica. Apesar dos nove livros que pedi no Natal (ainda me faltam ler seis) já vou juntar Wicked Lovely - Tatuagem à minha nova lista de outros tantos.

Harry Potter and the Deathly Hallows - Parte 1

Realização: David Yates  

Interpretação:
Alan Rickman, 
Daniel Radcliffe, 
Emma Watson, 
Helena Bonham Carter, 
Ralph Fiennes

Argumento: Steve Kloves 

Texto: J.K. Rowling 

Fotografia: Eduardo Serra 

Sinopse: O mundo dos feiticeiros tornou-se um lugar perigoso para todos os que estão contra Voldemort. E os aliados deste continuam a querer o prémio mais desejado: Harry Potter. Este tem de ser entregue a Voldemort... vivo. A única esperança de Potter é encontrar o Horcruxes antes que Voldemort o encontre a ele. Mas enquanto procura por pistas, ele descobre uma lenda muito antiga – a lenda dos Talismãs da Morte. E se esta for verdadeira, pode dar a Voldemort o poder de que ele precisa... 



Opinião: Adorei mesmo. Sempre segui esta saga desde o início apesar de nunca ter pegado nos livros. Os efeitos especiais estão óptimos e é bom que não haja facilidades a este ponto do filme. Agora lá vou eu esperar, ansiosamente, pela segunda parte :)

terça-feira, 29 de março de 2011

Saudades... Elas apertam!


Onde está o teu olhar para se cruzar com o meu? Onde está o teu toque para me arrepiar? Onde está o teu beijo para eu saborear?

Não te consigo encontrar e passo a noite a pensar na calor do teu abraço forte e protector. Sinto, ainda que com toda a distância a separar-nos, a dor que arrebate o teu coração e sinto-me culpada pelo sofrimento que invergas. Encosto, cuidadosamente, o meu rosto ao teu peito robusto e vigoroso. Senti o teu coração a bater forte, ouvia as suas palpitações e com elas apercebia-me de todas as tuas preocupações. Li-te como se de um livro te tratasses, retratei-te como o desenho de uma criança - perceptivel mas sarrabiscado. Sorri-te debilmente e eu teu olhar cintilou mostrando todo o cuidado que terias comigo. Levantaste-te e o teu olhar esmureceu.

O que é que se passa? - perguntei a medo.

Não te quero perder. Estou cansado desta situação, estou cansado de ouvir as pessoas exigirem que lhes prove algo quando apenas tu mo podes pedir, estou cansado de navegar à maré dos outros e não à nossa, estou cansado que o tempo escasseie para nós, estou cansado de te perder e de sentir a tua falta quando te tinha todos os dias, as todas as horas. Sinto falta de ter a tua presença a todos os minutos do meu dia. Sinto falta - neste momento o brilho dos seus olhos morreu, o meu coração embateu no chão e uma lágrima debruou-o no final.

Eu não sabia o que dizer, não sabia quais as palavras adequadas e se estas serviriam para amenizar a sua dor. Não podia deixa-lo sofrer devido à falta que sentia da minha presença, não podia deixar que ele abdicasse da vida que tinha, de quem amava, por mim. Ele virou-se de costas tentando esconder as lágrimas. Levantei-me da cama e abracei-o pela retaguarda. Neste momento a diferença de alturas fez-se sentir mas nem por um segundo deixei que as minhas mãos o largassem. Acariciei a sua pele e senti o arrepio que surgiu. Ele voltou-se para mim mais calmo, contudo a tristeza continuava a fazer parte do seu olhar profundo e magoado. Baixou a cabeça de forma a conseguir inquirir os meus olhos. Evitei o seu olhar, toda aquela mágoa far-me-ia chorar. Ele colocou a mão no meu queixo e elevou o meu olhar ao dele sorrindo-me com todo o amor que continuava a sentir por mim. Os seus lábios, carinhosos, aproximaram-se dos meus com todo o vagar e paciência que uma paixão complementar ao amor exigia. Aquele beijo prolongou-se tornando-se mais fugaz e apaixonado à medida que subsistia. As suas mãos acariciavam o meu corpo à medida que os impulsos do nosso corpo tomavam conta de nós. Colocou-me cuidadosamente sobre a cama e o seu corpo posicionou-se em cima do meu. Os beijos que sentia no meu pescoço eram amáveis e macios causando um arrepiar metódico em todo o meu corpo. Aos poucos e poucos as peças de roupa foram caindo pelo chão, emoldurando-o. O roçar das nossas peles era um toque de magia que ressoava em todo aquele quarto. O amor voava como se fosse corpóreo e possuísse asas. Aquele momento pertencia-nos. Era o demonstrar de um amor que há muito perdurava. O consagrar daquele momento terminou com um sorriso apaixonado. Todos os problemas que até agora ressaltavam na nossa mente foram esquecidos e a nossa felicidade voltava a vencer... mais uma vez!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ando a Ler #1

Regra #3:
Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas. Poderosas e perigosas, elas caminham ocultas entre os mortais. Aislinn tenta passar despercebida pois estes seres não gostam de ser descobertos e costumam castigar com crueldade as pessoas que detectam a sua presença.

Regra #2:
Não falar com fadas invisíveis.
Agora as fadas perseguem Aislinn. O rei das fadas Keenan, aterrorizante e sedutor, tenta cativar Aislinn, fazendo perguntas que ela tem medo de responder.

Regra #1:
Nunca chamar a atenção delas.
Agora é tarde demais… Keenan, o Rei do Verão anda numa busca incansável pela sua rainha há nove séculos e está determinado a converter Aislinn na sua rainha a qualquer custo.

Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais, e confrontos entre reis antigos e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas que Melissa Marr imaginou para o século vinte e um.

[Ainda vou no capítulo cinco mas parece-me que vai ser interessante].

domingo, 27 de março de 2011

Letras, Palavras, Frases


Não consigo escrever, não consigo arranjar palavras para dizer o que o meu coração sente nem caracterizar as emoções que transbordam de mim. Acho que, com o passar dos dias, o meu vocabulário desvanece e as palavras... essas leva-as o vento. Mas os sentimentos, ai os sentimentos... perduram, ditam as suas forças, as suas capacidades, avisam-me que também essas serão levadas pelo desgaste. Cada letra dissipa o seu caminho, cada palavra perde o seu significado e cada frase perde o seu sentido. Eu perco-me no meio de letras que se desviaram do seu percurso, palavras sem sentido vagueiam por uma mente corroída e frases cruéis ecoam sem dó nem piedade. O mistério de escrever está mesmo aí, em não sabermos o que vamos escrever excepto quando deixamos a mente fluir e fazer de nós uma máquina de escrever. Na vida... nunca sabemos o que nos espera, o que o futuro delineou, tão cuidadosamente, para nós. Temos de esperar que cada situação nos guie, nos faça crescer e aprender a ser uma pessoa melhor tal como esperamos que, com a junção das letras, uma palavra se forme e que no fim dê um sentido sincero a uma frase. Eu espero, com a junção de todas estas letras, formando cuidadosamente todas as palavras que mais tarde delinearão uma frase, que o destino traga até mim a realização de todos os desejos e de todos os planos que alguma vez fiz e me tornaram feliz ao 'teu' lado.

sexta-feira, 25 de março de 2011

I have a dream


Eu também sonho, sonho muito.. E como todas as pessoas tenho direito de realizar os meus sonhos sem que ninguém intervenha...

Viagem


Saber que precisavas de mim causou-me um aperto no estômago. Passei todo o dia com a cabeça às voltas pedindo, calmamente, que uma solução surgisse. Não aguentava ver-te assim, tão em baixo, tão sem forças... Cheguei a casa perdida no meio de frases feitas, questões sem resposta e um coração aos saltos.

Não posso ficar longe dele, - pensei - quero abraça-lo, fazê-lo sentir que estou por perto...

Sem pensar tomei banho, mudei de roupa, meti-me no carro e fiz a viagem que me levaria de encontro aos teus braços. Estava preocupada. Queria abraçar-te. Percorri estradas sem fim, todas elas pareciam iguais com árvores de um verde inconfundível em todo o seu comprimento. Os meus olhos começavam a cansar-se de todos os tons verde e cinzentos que rematavam o transitar de cada estrada. Apercebo-me da placa que, ao longe, me indica a saída. Estou mais próxima de ti do que nunca! Comecei a sentir as borboletas que colidiam, acidentalmente ou não, com o meu estômago; estava a chegar. Ao longe já conseguia ver, erguida, toda a estrutura de uma casa, estonteantemente, bela. Estacionei o carro, respirei fundo e saí. Peguei no telemóvel e liguei-te.

- Anda à janela - disse-te. Ficaste reticente, mas ainda aí espreitas-te através da cortina do quarto. Olhas-te para mim, os teus olhos começaram a brilhar como o cintilar da mais bela estrela e os teus lábios entre-abriram-se. Sorri apercebendo-me que tinha conseguido surpreender-te. Fechas-te a cortina e desces-te em menos de cinco segundos. Eu estava encostada ao carro quando te vi sair da porta. Estavas doente, mas nem assim perdias a tua beleza majestosa. Corri para ti, pendurando-me no teu corpo como uma criancinha.

- Não aguentava estar longe de ti sabendo que estavas assim.
- Oh!, é tão bom que estejas aqui sua safada. Podias ter dito que vinhas...
- Assim estragava a surpresa - respondi-lhe piscando o olho. - Vamos para dentro, não quero que apanhes frio.

Entramos em casa. Não estava mais ninguém. Deitei-me ao teu lado. Repousas-te, suavemente, a cabeça sobre o meu peito enquanto eu te acarinhava. Sentia a tua pele a arder contra a minha e a preocupação instalou-se. Aos poucos foste caindo num sono profundo e eu só queria estar presente, mimar-te, abraçar-te. Não me largas-te nem por um segundo e em cada toque teu sentia o amor que nutrias por mim.


Eu Amo-te - sussurrei.
Nunca me deixes princesa, és o amor da minha vida. Eu Amo-te...

Parabéns para nós





É verdade, hoje o blogue está de parabéns. Há três meses atrás criei-o pela minha forte necessidade de escrever e hoje sinto-me orgulhosa desse feito. Inicialmente não imaginava que, em tão pouco tempo, poderia ganhar tantos seguidores, muito menos esperava criar algumas amizades. Por isso, agradeço pelo apoio nos dias mais difíceis e por me terem dado a oportunidade de escrever. Não sou apenas eu, ou o blogue, que estamos de parabéns, mas sim todos nós por termos formado este 'circulo'.


Obrigado...

terça-feira, 22 de março de 2011

Navegantes da Lua


Eram os meus desenhos animados favoritos quando eu era pequena. Via sempre de manhã, antes de ir para a escola. Passado uns tempos deixou de dar, para minha tristeza. Agora, voltou a passar no canal panda - sim, é raro a televisão sair desse canal. Mas podemos variar: Panda ou Disney Channel? - Bem, tive a ver um bocadinho e soube bem recordar os bons e velhos tempos da minha infância - aquele tempo bom onde eu não tinha de me preocupar com nada.

Sussurro ao mar #37


Os dois dias passaram a correr. A ansiedade tomava conta de mim e eu só queria voltar a segurar a minha menina nos meus braços. A verdade é que estas semanas sem ela foram dolorosas e eu não queria negligenciar Anita. Eu e Tiago saímos de casa juntamente com Anita e dirigimo-nos para o hospital com um sorriso de orelha a orelha. Porém, sentia que algo não estava bem. Sentia o meu coração a apertar cada vez mais à medida que nos aproximávamos do hospital e receava que o mundo voltasse todo a desabar à minha volta. Eu e Tiago esperávamos as melhoras da menina para começarmos a preparar o nosso casamento, seria um passo tão especial para nós e para a nossa família... Entrei no hospital reticente, não sabia o que iria ouvir, o que deveria esperar. Tiago sentou-se com Anita enquanto eu me dirigi à recepção perguntando pela doutora que estava a tratar de Ariana. Foi-me dito que dentro de momentos ela se encontraria ali para falar connosco. O meu coração começou a acelerar e eu senti um arrepio a percorrer o meu corpo. Sentei-me ao lado de Tiago, muito hirta. Preocupada.

- O que é que se passa amor, estás bem? Pareces pálida.
- Desculpa querido, é que... tenho um pressentimento estranho. Receio que algo corra mal e que não possamos levar a menina para casa hoje.
- Oh princesa, é natural que te sintas assim, é a nossa bebé. Talvez te estejas a preocupar em vão. Dentro de momentos a doutora estará aqui e verás que não vão haver quaisquer entraves. - Fiquei calada. As palavras dele haviam acalmado levemente o meu coração e respirei de alivio, permitindo-me relaxar um pouco. Porém, não deixei que a preocupação cessasse. Vi a doutora a aproximar-se pelo nosso lado direito. Acho que, de certa forma, entrei em pânico.

- Leonor, Tiago podem-me acompanhar por favor. - Eu estava tão aterrorizada que nem respondi.
- Claro doutora - disse Tiago pacificamente.

Percorremos novamente aqueles corredores neutros. Espreitem pela janela e, inocentemente, soltei um suspiro de alívio. Ariana estava deitada numa pequena cama. As máquinas tinham sido retiradas o que significava que ela já era capaz de respirar sozinha. Eu e Tiago olhamo-nos nos olhos e formamos um sorriso alegre.

- Ela está óptima e pronta para voltar a casa. Teremos que marcar consulta para daqui a um mês, aproximadamente, para nos certificarmos de que está tudo a correr como previsto.
- Oh doutora, muito obrigado pelo seu empenho. Podemos leva-la já? - perguntei entusiasmada.
- Podem sim. Se quiserem trocar-lhe a roupinha estão a vontade. Vou deixar a alta na recepção, depois passem lá para leva-la.
- Com certeza doutora. Muito obrigado mais uma vez - disse Tiago com os olhos a brilhar de felicidade.

Vesti Ariana com um vestido cor-de-rosa igual ao de Anita. Agora a nossa família estava completa, nós os quatro, juntos novamente. Fomos a pé para casa. O caminho foi percorrido calmamente e em harmonia. Estavamos felizes, sentiamo-nos descansados e completos.

- O que achas de irmos passear com as meninas no parque? - perguntou Tiago entusiasmado.
- Acho uma ideia maravilhosa!

Continua...

Um 'Olá' atrasado à Primavera


É com o maior sorriso que dou as boas-vindas à Primavera, estava ansiosa pela sua chegada. Ansiosa pelo sol, pelo calor, pelo vento quente e o aroma a flores... Já tinha saudades de sentir os raios do sol a aquecer a minha pele e o meu coração. Hoje sentamo-nos ao sol depois do almoço. Fiquei a apreciar aquele momento sentido, aos poucos, a minha pele a aquecer e o meu rosto a corar. Durante esses breves momentos, esqueci-me dos problemas que me têm transtornado, das noites mal dormidas e dos sonhos adiados. Concentrei-me em mim, em ti e no enorme 'nós' que tem vindo a crescer dia após dia. Com o passar do tempo sinto a aproximação dos nossos corações e o aumento da magnitude do nosso amor. Vejo o caminho que percorremos a ser coberto por pétalas de flores de todas as cores, vejo o arco-íris que se forma no horizonte e sorrio de forma sincera e alegre. O meu coração acelera à medida que me beijas apaixonadamente e perco-me em ti e no aroma quente a flores de cerejeira. Perco-me na imensidão da tua alma, no calor fresco do teu amor que faz esvoaçar os meus cabelos loiros. Juro-te amor eterno, prometo-te a minha presença constante e o meu toque suave. Prometo-me a ti, num dia de Primavera, onde as flores nascem, o sol brilha e o vento cessa!

sexta-feira, 18 de março de 2011

O meu Amor por ti ♥


Aconcheguei-me no sofá. Fechei os olhos e senti os teus braços quentes à minha volta. Fiquei mais perto de ti. Comecei, aos poucos, a sentir os teus beijos nos meus lábios. Eram beijos intensos e apaixonados, beijos que demonstravam todo o amor que sentias por mim. Recostei a minha cabeça ao teu peito e, atenta, fiquei a ouvir o bater leve e descompassado do teu coração. Com todo o cuidado e dedicação conseguia ouvir o sangue que bombeava e pulsava para percorrer todas as veias e artérias do teu corpo. A tua mão quente subiu pelas minhas costas, suave e macia. Os teus beijos começaram a percorrer o meu pescoço e eu senti o arrepio que se adivinhava. Puxei o teu corpo para junto do meu com força, não queria que existisse nem um milímetro de espaço entre nós. O teu respirar no meu ouvido era quente e ofegante. As tuas palavras eram doces e românticas:

Estar aqui contigo sempre foi o meu maior desejo. Sentir o teu corpo contra o meu é melhor do que alguma vez imaginara. Perdemos tanto tempo com obstáculos e agora que, finalmente, nos perdemos um no outro não quero ir embora, não te quero deixar, não que quero ir sem ti. Fazes-me feliz, realizado, completo. Mudas-te a minha vida tanto quanto eu mudei a tua e juntos fizemos crescer um amor que o destino quis juntar. Agora... Bem, agora só quero viver a minha vida ao teu lado e construir a nossa família. Quero que tenhas orgulho em nós, naquilo que iremos construir e na nossa família. Quero que me ames eternamente, tal como para sempre te amarei, minha princesa. Deixa-te levar pelo momento, quero que sejas minha. Eu Amo-te...

As tuas palavras ficaram a ecoar na minha mente como uma repercussão. Olhei nos teus olhos. O seu brilho era quente e a sua profundidade era sincera. Sentia o teu amor a explodir pelo calor que o teu corpo emanava. Queria-te para mim, queria a nossa entrega total e o momento que há tanto tempo esperávamos. As tuas mãos começaram a ficar impacientes e os meus beijos apressados e constantes. Desejava-te. Tirei a tua camisola e percorri a tua pele com as minhas mãos. O teu toque fazia que um formigueiro percorresse o meu corpo desde os pés até à cabeça. Todas as peças de roupa envergadas pelos nossos corpos foram ficando espalhadas pelo chão. O toque dos nossos corpos fazia magia e sentir a tua pele contra a minha é tudo o que eu sempre esperei. Quando o nosso amor perpetuou abraçamo-nos e, entre o cheiro natural da nossa pele, adormecemos caindo no sonho profundo que o nosso amor criou.
"I may not get to see you as often as I like. I may not get to hold you in my arms all through the night. But deep in my heart I truly know, you're the one that I love, and I can't let you go."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Estou traumatizada!


Hoje em Ed. Física levei com uma bola de basket na cara. Não foi agradável, acreditem. Fui capaz de ver a bola a chegar pelo canto do olho, mas já estava tão perto da minha cara que não tive tempo de reacção. Fiquei logo tonta, com a cabeça ás voltas e, literalmente, a ver estrelas. Agora, tenho medo que mandem a bola para mim pois não quero levar com ela. Estou traumatizada, HELP!

Amor, o que é?


A chama de um amor imperceptível é acesa quando menos se espera. Ela rodeia-nos, abraça-nos e por vezes afasta-nos sem nunca nos apercebermos. Faz circuitos elípticos à nossa volta como um tornado, levanta os cabelos, revira o estômago e volta a esconder-se no exacto momento em que começamos a interrogar-nos relativamente aos sentimentos que nos assaltam every now and then. Percorremos todo um conjunto de caminhos sempre com aquele pensamento, com aquela pergunta constante, estarei apaixonada? Quando esta pergunta é feita e refeita um milhão de vezes começamos apenas a recordar o seu sorriso extravagante que sempre derreteu o nosso coração, daquele olhar sincero que nos enche de um brilho enternecedor, daquele arrepio causado por um toque suave e intencional e nesse momento, nessa fracção de segundo em que a nossa mente é assaltada por todos esses factores, as borboletas que, secretamente, habitam na nossa barriga começam a esvoaçar fazendo que sintamos aquela sensação apertada que no fundo, e todos vocês sabem que é verdade, nos diz que estamos apaixonadas. E nesse instante um sorriso próprio é descoberto e uma vontade súbita atinge-nos. Abraçar. Beijar. Tocar. Sentir. Amar. Mimar. Acarinhar. Proteger. Confiar. Esta enumeração de palavras está sujeita a uma única condição: o seu olhar. E aí sim, aí podemos dizer: Amo-te; pelo menos, falo por mim **

quarta-feira, 16 de março de 2011

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Curiosos?

Moony Mouse

Hoje venho falar de ti, porque sinto a tua falta, porque não sei como estás...


Quando te vi pela primeira vez contemplei a tua perfeição, queria-te. Liguei para saber se estavas disponível, não me deram certezas. Fiquei contigo no pensamento de tal maneira que já não queria mais nenhum, só te queria a ti. Quando voltei a ligar disseram-me que te poderia ir buscar no dia. Saltei de alegria pela casa, sorrindo de felicidade. Olhei para ti pela primeira vez sem ser através de um computador. Estavas a dormir tão sossegadinho e eras tão pequenino. Vieste comigo para casa e assim que te deixei à vontade escondeste-te debaixo da lareira causando-me uma aflição dos diabos. Estavas com medo e tentavas arranhar-me com a tua patinha.De noite miavas muito. Não querias estar sozinho e então, no escuro da cozinha, sentei-me ao teu lado tapei-te e fiquei a fazer-te festinhas para que dormisses. Fizeste parte da minha vida durante dois a três meses, cresces-te. Eras brincalhão, mas tão fofinho. Já não arranhavas e às vezes até gostavas de estar no meu colo. Gostava de conversar contigo, como se entendesses o que eu dizia e compreendesses os problemas que me incomodavam. Chegou o dia em que tu, um ser perfeito e lindo aos meus olhos, tiveste de ir embora. Não porque eu não te queria, porque queria-te imenso. Foste e eu chorei meses a fio, não sabendo como estavas, se mais alguém te tinha querido, se tinhas ficado zangado comigo por não ter sido forte o suficiente para conseguir ficar contigo. Queria respostas a todas essas perguntas, queria saber se sentes tanto a minha falta como eu sinto a tua... Moony Mouse: sinto a tua falta!